sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Faz parte

Quando saímos, normalmente não sabemos o que vamos encontrar e dai a adrenalina aumenta a ansiedade cresce junto com o ruido quase ensurdecedor da sirene. Algumas vezes faço um trabalho silencioso comigo mesmo, para baixar o facho e adquirir serenidade. Em algumas situações precisamos disto para confortar e também não ser-mos atingidos por sofrimentos alheios. Como ser humano que penso ser, devo dividir-me entre o profissional, amigo, pai de familia e o que a vida me exigir. A o contrario do que pensam, não tenho sangue frio, mas a plena conciencia de que alguém tem que fazer este trabalho.

Somente no papel

Gente, o que é isto?
Faz mais de 10 anos que trabalho no SAMU e nunca ouvi tantas reclamações dos usuários contra o serviço, como tenho ouvido nos últimos meses. Pensando bem, acho que sempre ouvi, só está aumentando a cada dia. As pessoas chegam a vir a onde se estou trabalhando (atendendo) e começam a reclamar. As queixas mais freqüentes são:

-Pedimos uma ambulância e não mandaram!

-Levaram mais de meia hora para chegarem!

-Aquela mocinha que atende ao telefone, só faltou me pedir carteira de identidade e CPF!

-Aquele médico que atendeu ao telefone parece um animal!

-liguei uma três vezes e eles batiam o telefone na minha cara, moço!

Nos hospitais, dito referencia, então: quando não nos ignoram completamente nos tratam como os piores inimigos. Humilham-nos na frente de familiares e pacientes e inventam todos os tipos de mecanismos burocráticos para dificultar o nosso serviço. A técnica mais comum é prender a maca, alegando que estão sem, quando se vê um monte delas estacionada pelos corredores. Outra resposta é a de que não tem vaga, que todos os leitos estão lotados, que deveríamos levar o paciente para outro lugar. Pergunto-me então sobre a tal portaria ministerial que tanto ouvimos falar no percurso árduo de nossas profissões que regulamenta nosso serviço e é clara sobre a aceitação de pacientes atendidos pelo SAMU mesmo com vaga zero.

Um dia destes fui tão mal recebido por uma profissional médica de um hospital de Porto Alegre que se eu não tivesse imbuído na minha responsabilidade profissional, teria abandonado o paciente ali mesmo e fugido pela porta de incêndio. Era um paciente acamado e que sentia muita dor. Mesmo clara para todos, que ali estavam presentes, a sua situação de enfermidade, ela perguntou se ele poderia aguardar consulta no corredor.

Respondi que não, pois ele sentia muita dor. Então com ar de pouco caso me respondeu que para nós do SAMU tudo era grave e mesmo sabendo dos problemas de superlotação dos hospitais nós insistíamos em jogar pacientes lá dentro. Depois se virou para o familiar que acompanhava-nos e concluiu com arrogância: -Viu como está isto aqui... Depois quando morrem a culpa é nossa!

Esta cena dramática é que me faz pensar na situação caótica, que vive nossos serviços de saúde. Com suas salas de emergência, sempre lotadas e com profissionais estressados e pouco preparados como este. Senti-me extremamente desconfortável por fazer parte do mesmo sistema que ela. Fui embora decepcionado com uma política de saúde que funciona e é respeitada somente no papel.



Telegrama de um Hospital Português

*Uma amiga me mandou por e'mail

Picuinhas

Tem dias que acordo com a sensação de que algo está errado. Digo isto, por que começo a procurar instintivamente respostas que muitas vezes não acho para me acalmar ou então me deixar ainda mais inquieto. Nestes momentos de pura comoção e irritabilidade, encontro manchas no teto, buraquinhos no reboco das paredes e sujeira no tapete do quarto.

Quando vou para o banheiro iniciar minha higiene pessoal, o gosto do creme dental tem sabor diferente, o sabonete outro aroma. Depois começo a contar os azulejos e procurar novas imperfeições. Tenho um método particular para isto: conto-os de quatro em quatro e depois confirmo minha contagem, multiplicando os da vertical pelos da horizontal, buscando assim o retângulo perfeito.

Às vezes, perco-me nos cálculos e reinicio a contagem.

Que saco! Sei que alguma coisa está errada com os objetos a o meu redor, na minha casa, no meu bairro, no meu banheiro.

Meu deus! Acho que sou do tipo que alimenta neuroses viscerais através de picuinhas sem a menor importância. Tento respirar fundo, me situar para diminuir a angustia, já que não sei a quem responsabilizar por tantos erros.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Odeio Supermercados


Enfrentar filas de bancos, pra mim é o fim do mundo. Supermercados então nem se fala, é como se me convidassem para dar uma voltinha no inferno para ver como está o tempo.
Não gosto do cheiro de supermercados, com aquela mistura de açúcar, sabonetes e carne defumada. E aquela gente toda atropelando meus calcanhares eu tenho vontade de esganar. Alguns ainda pedem desculpas, mas outros ignoram totalmente a agressão cometida e agem como se tivesse com plenos poderes de exterminar quem estiver pela frente. Será que se colocassem sinaleiras nos corredores resolveria o problema de engarrafamento? Sem falar nos funcionários que fazem a reposição nas prateleiras. Esses vêm com seus tratores de madeira e um edifício de mercadorias em cima, gritando aos quatro ventos: Dá licença .. Dá licença, me deixa passa ai senhor... Se não fosse pelo tom de voz eu diria até que são educados.
Mas o pior de tudo é fazer compras com mulher. Elas olham tudo, principalmente o que não vão comprar. Investigam preços, olham a quantidade e principalmente o prazo de validade. Nada contra, o problema é o tempo que levam na investigação. Depois olham pra gente com olhos laços e deferem a ultima facada com palavras doces e resignação:
-Eu sei que é um saco, mas alguém tem que fazer!
Crianças em supermercado é outro problema. Caem no chão, abrem mercadorias sob o olhar apatetado dos seus pais e ainda são habilitadas por eles a dirigirem carrinhos vazios, atropelando o que encontrarem pela frente.
A única coisa que falta e colocarem portas giratórias como nos bancos. Ai sim o inferno está completo!

Essa tal Felicidade



Quando as coisas começam a não dar certo na sua vida você fica atônito e logo se pergunta: Onde foi que eu errei?
Já passei por algumas situações e devo dizer que certos questionamentos só nos deixam mais infelizes e atrasam nosso processo de indução a outro estágio, quem sabe menos frustrante. Alguns questionamentos devem admitir que valham a pena para reformulação de valores e crescimento da alma. Mas outros sinceramente não crêem que valem tantos sacrifícios. Às vezes pensamos que somos felizes quando na realidade nos faltam tantas coisas para isto.
Ouvi pessoas dizerem que tinham sido felizes e não sabiam. Mas me pergunto pode-se ser feliz sem saber que somos? E se somos, como podemos abrir mão deste tesouro que tanto buscamos em nossas vidas? Será que vivemos sob nuvens contaminadas de sentimentos instáveis que depuram dia a dia nossa estabilidade emocional, nossa certeza do que realmente queremos para nós?
Às vezes tenho a sensação que não comandamos nossa própria vida, como não mandamos em nossos sentimentos. Que somos co-autores de nossa própria história. Como se alguém a escrevesse e fossemos só tampando os furos para satisfazer quem a assiste.
Planejamos tantas coisas, mas logo temos que alterar o curso em submissão a o que o dito destino oferece para os nossos dias. Lutamos tão pouco por nossos objetivos, abrimos tantas lacunas para a vida escrever o que bem entende sem nossa permissão consciente.
Bebemos água às vezes sem vontade, só por que temos que beber, casamos para sermos felizes, temos filhos para perpetuar esta felicidade, mas não nos perguntamos se é isto que queremos realmente. Flagelamo-nos em sentimentos que não queremos ter, e desejos que gostaríamos de experimentar sem ter que pagar tão alto preço por eles. Fragmentamo-nos sem obter respostas e sem a certeza de onde foi que erramos.


Soneto da separação

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
(Até um dia meu anjo)

Vinicius de Moraes.


'O homem moderno gosta de viver em grupo, mas parece não saber viver relacionamentos felizes, saudáveis, tendo-se em vista as grandes inovações tecnológicas que permitem a produção de bens de consumo em enorme quantidade o que estimula uma luta intensa e constante entre as pessoas em busca de possuir para ganhar status. A sociedade é impulsionada pela mentalidade do comprar e de que vida boa é a vida do consumo cada vez mais alienado das necessidades reais de cada pessoa.'

Marilda Rabelo Ribeiro do Valle1

Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Guaxupé

No Limite da Realidade



Li esta semana na internet, entre tantas coisas que habitualmente leio, alguns textos curiosos. O que mais chamou a atenção foi um escrito por Susan Blackmore com o título de: No limite da realidade, onde ela fala sobre sonhos e seus mecanismos. Não vou me atrever a falar com vocês sobre os tópicos científicos que contém o texto, mas apenas pincelar algumas coisas que me chamaram a curiosidade. O tema central é o sonho e como sou um sonhador inveterado, este assunto aguçou meus vermes cerebrais.
Por exemplo, ela faz a seguinte colocação: Que em algum momento de nossas vidas nós aprendemos a controlar nossos sonhos.

Lembro de alguns momentos em que eu acordava no meio de um sonho agradável pela manhã e deliberadamente voltava a dormir para terminá-lo da maneira que mais desejava. Também já me ocorreu a experiência de perceber durante o sonho que estava sonhando, dando a sensação de estar no comando do sonho. Isso segundo ela, se chama sonho lúcido e que estamos realmente dormindo e sonhando, quando isso acontece. Estudos comprovam que algo em torno de 40% das pessoas informa ter tido essa experiência variando consideravelmente os sonhos ligados a vôo e quedas.
Outra experiência que já tive com sonhos, foi a sensação de que deixei meu próprio corpo, para viajar para outros lugares, as vezes desconhecidos, ou visitar algum amigo que não via a muito tempo. Isso descrito no texto chama-se projeção astral e acomete 15% das pessoas.
E quando você sonha que acordou quando na realidade ainda está dormindo? Você pode jurar que fez varias coisas quando na realidade não fez.
Numa manhã,pensei ter levantado da cama as 5:45 como sempre faço para me preparar para ir a o trabalho. Escovei os dentes, tomei meu banho, quando já ia colocar a água na cafeteira, percebi que ainda estava na cama e o relógio ainda não tinha despertado. Isto é o que Susan chama de falso despertar.
Em uma pesquisa paralela de 224 estudantes universitários de primeiro ano, ela descobriu que 83% afirmaram terem tido falso despertar.
Tive outra experiência com sonho: De repente eu notei que estava deitado em minha cama parcialmente acordado. Podia ouvir ruídos a minha volta como o do ar condicionado ligado. O barulho da água do chuveiro, enquanto meu filho tomava seu banho para ir a escola, mas não conseguia me movimentar na cama. Como se estivesse paralisados, sem forças em todos os músculos do corpo. Senti que quando tentei me esforçar para sair daquela situação ruim meu corpo parecia doer de uma forma diferente do que habitualmente é a dor. Entrei em pânico com a sensação absoluta de morte e que precisava fazer algo por mim. Tentei relaxar ainda em meu desespero e acho que consegui dormir, mesmo por alguns segundos e acordar em seguida.
No texto escrito por Susan ela descreve esse tipo de experiência que tive como Paralisia do sono, e que existe pouca pesquisa sobre ela. Há evidências de pessoas que sofrem de paralisia do sono são bem ajustadas psicológicamente, e não há nenhuma evidência de patologias ou doenças associadas a ela. Outro estudo realizado no Japão descobriu que 40% das pessoas alegavam tê-la experimentado. Nos experimentos de Susan, ela descreve ter descoberto que 34% das crianças e 46% dos adultos relataram tê-la experimentado.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

O buraco é mais embaixo.


Dia desses, estava conversando com alguns colegas de trabalho e entre tantos assuntos pautados sobre risos e discordâncias da galera que só ouve e pouco se envolve, surgiu o assunto vencer na vida.

Alguém entre nós deve ter dito que fulano ou sicrano tinha vencido na vida por estar com um apartamento bem montado e desfilando de carro do ano, novinho em folha. Fiquei ouvindo aquelas baboseiras e contrabalanceando mentalmente sobre as diversidades de valores que cada indivíduo atribui a o seu ideal de bem estar e por que não arriscar dizer de felicidade.

Ora se estamos bem, afinal, estamos felizes!

Na verdade sabemos que não é bem assim, que tudo funciona. Que nossas cabeças são complexas e não funcionam da seguinte maneira:

Tenho isto, logo sou feliz!

Sou aquilo, logo estou realizado!

Talvez devêssemos fazer uma introspecção minuciosa de nossos valores reais para podermos quem sabe organizar uma lista do que precisamos para nos realizarmos. O que eu acho sinceramente que seria uma perda de tempo. Não acredito que nossas realizações sejam montadas por equações desta forma.

Será que algumas pessoas que moram em seus palácios luxuosos e que estão com seus dias contados pelo câncer estão realizadas?

O jovem play boy com seu Porsche estourando da loja não pensa em trocar seu carro usado a poucas semanas por outro mais fashion a fim de realizar seus sonhos?

O garanhão com suas tres amantes insacíaveis está satisfeito e não pensa em consquistar uma quarta que está lhe dando mole?

Sinto que o buraco é mais embaixo. Que os desejos de nossas realizações são interminaves.

Vencer na vida, chiii, mais ainda!

Peixe assado do Beto


01-peixe grande de qualquer tipo.
12-cervejas bem gelada para animar o assador.
E só esperar ele dizer: Tá pronto pessoal! enquanto a Cristina grita:
-Tu ta bebendo demais Beto!

trouxinhas de repolho. Hummm!


Tive um desejo louco a quase duas semanas atrás de comer trouxinhas de repolho com guisado.
Chegava a sonhar e dava água na boca, quando lembrava. Que situação!
Acho que dá tanto trabalho pra fazer que nem me atrevo tentar. Mas hoje fui salvo por um ser divino que me ofereceu uma porção, antes que eu enlouquecesse definitivamente. (Borba!)
Comprovadamente homens tem desejos mesmo não estando grávidos e não só de trouxinhas de repolho...mas de carinho de mãe.


  • Trouxinhas de repolho c/ guisado:
Cozinhe algumas folhas de repolho na agua com sal, até os caules ficarem moles.
A quantidade de folhas será igual a o numero de trouxinhas.
Reserve.
  • Recheio:
1kg de carne moida.
01- tomate sem casca.
01-cebola grande picada
1/2-pimentão picado
01-dente de alho picada
sal
pimenta a gosto
Frite e coloque o guisado dentro das folhas de repolho, formando as trouxinhas e firmando-as para não abrir c/ palitos de madeira.
  • Pulo do gato:
depois de montadas pode-se cobri-las c/ molho de sua preferencia ou frita-las passando na farinha de trigo ou ovos batidos em neve.

  • Contra indicação:
Quando fritas podem se tornar extremamente gordurosas e de calorias altissimas p/ quem está de dieta.
Apenas cozidas se tornam mais leves, porém ingeridas em grande quantidades provocam gazes. Que horror!

'Existem pessoas que voce tem tantas coisas para dizer a elas mas quando tenta... As palavras ensaidas na cabeça dominam de tal forma a sua emoção que se forma um bolo na sua garganta impedindo que voce prossiga. Colocam voce em nocaute. Borba, obrigado pelas coisa mais simples, pelos olhares sem palavras, pelo silencio as vezes necessario.

bilhete

'Meu caro amigo, estou te escrevendo por que faz muito tempo que não cruzo por ti, nas ruas da cidade, nos bares de pouco movimento onde costumavamos frequentar.
Me preocupo as vezes, que tenhas partido. Afinal, tantos ja foram sem mandar avisar.
Lembro de ti em grandes momentos de minha vida e tenho saudades por conta do tempo que jamais voltará. Não lembro teu telefone e o endereço acho que perdi.
Vou deixar este bilhete por aqui. Talves leias.

Voltar

Na hora da partida iniciamos os abraços e beijos para prosseguirmos a viagem. Aqueles dias tinham sido tão divertidos e acolhedores que dava vontade de ficar mais um pouco. Um pouquinho só.
A casa era apertada, janelas emperradas, mas nada disto nos incomodava. Tínhamos uns aos outros, no jogo de futebol de areia, no passeio a noite pela cidade para comer sorvete, na cesta sobre a grama depois do almoço.
Sabíamos que só se eterniza momentos bons como este, quando temos que partir para depois lembrar com sorriso e nó na garganta.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

expressão

'Sei exatamente o que queres, quando finges não me ver
Tua boca apertada denuncia o que não queres revelar
É pesado eu sei as lembranças que tens que carregar
Siga teu caminho em passos largos para apagar...
A vida ha de te presentear um sonho novo para amar.

O segredo de não envelhecer

Encontrei certa vez no corredor do super mercado um senhor que fazia caretas. Apesar destas expressões que surpreendia a cada cliente que passava e fingiam ignorá-lo, não pude deixar de perceber que era um homem velho e de físico atlético. Bem vestido em sua bermuda de algodão clara, camisa pólo e tênis sem meias. Aproximou-se de mim e perguntou ainda enrugando o rosto ao mesmo tempo em que ensaiava um sorriso cordial.
-O senhor arriscaria a me dizer que idade eu tenho?
-Nem imagino! -respondi surpreso
-92 anos. Completei no mês passado!
-Legal, vejo que está em forma!-completei debruçando-me sobre o carrinho de compras e constatando que aparentava menos idade que informava ter
-Tenho um segredo que vou lhe revelar!-disse-me decidido
-Faço caretas! Todas as formas de caretas e caminho bastante. Isto é o melhor remédio para não envelhecer!
Depois deu as costas e desapareceu no fim do corredor.

'Conheci este senhor uma noite, quando estávamos no super mercado Carrefour, eu e minha mulher fazendo compras, Ele nos surpreendeu por sua vitalidade e alegria.

Bilhete para Jacqueline


Hoje encontrei em cima da minha mesa, onde acomodo meu notebook, um cartão de visitas de uma loja de presentes personalizados, chamada "toque de anjos". Isso me reportou para outra situação. Lembrei que estive com a Jacque hoje a tarde tomando café e conversamos sobre tantas coisas que habitualmente falamos e notei particularidades em seu olhar. Quero dizer que ela sempre teve uma postura delicada para expor suas idéias, imprimir suas expressões, mas hoje foi diferente. Tinha o olhar brilhante de quem ama, a voz macia de quem tem certezas e a expressão serena e transparente de quem ganha um presente merecido. Presente que vida lhe devia faz algum tempo, personalizado, tipo toque de anjos.

domingo, 25 de novembro de 2007

Abra a porta.

Nossa vida é cheia de portas que temos que abri-las para poder- mos viver como pessoas ditas "normais". Falo de portas como a do coração, da sexualidade e tantas outras. As vezes ficamos inseguros e com medo de quem está do outro lado ou mesmo ao nosso lado.
Que expectativa criamos com relação a nossos desejos e sentimentos destes encontros planejados e talvez escrito pela vida? ...E ficamos com medo de abrir a porta!...
Será que nossos sonhos vão de encontro aos sonhos dos outros? de nossos amores, dos ideais dos nossos filhos, dos nossos colegas de trabalho com quem passamos grande parte dos dias e temos que conviver pela contingência do pão nosso de cada dia? Ou devemos ser reféns de nós mesmos, de nosso pouco entusiasmo, do nosso medo de enfrentar a vida com sua exaustiva diversidade de valores?
É difícil, mas se não tentar- mos, quem abrirá nossas portas?

Fobias

Entre tantos medos que andam por aí, tem alguns que surpreendem a gente. Mas medo é medo e temos que respeitar!
Soube entre tantas fobias comuns, que existe algumas que faz a gente perguntarem sua origem. Por quê? Talvez queiram brincar de psiquiatra, o que cada um de nós pensa terem um pouco.
Medo de papai- Noel com mascara de plástico?
Medo de pessoas anãs? Um amigo inclusive chegou a me revelar que os anões faziam parte de uma sociedade secreta e um dia se rebelariam contra o mundo, as pessoas... Mas os anões também fazem parte deste mundo. São pessoas!. Penso eu.
Medo de mariposas, ou qualquer inseto alado.

Medo de penas de aves. Assisti num documentário da BBC Londrina. A paciente simplesmente perdia o controle quando as via; inclusive por fotos.
Gente cheguei a conclusão que medo de avião, de altura, de escuro, ou baratas nojentas são meras fobiazinhas. Embora baratas essas sim um dia tenham chances de atacar e invadir o mundo de forma descontrolada.

sábado, 24 de novembro de 2007

Jantar com amigos


Jantar com amigos ainda é para mim um dos melhores programas. Elaborar uma boa e simples comida é prazeroso. Um bom papo, uma garrafa de vinho, dispensa qualquer restaurante de nome, substitui qualquer desculpa para sair de casa. Não nego que tomar outros ares é indispensavel muitas vezes mas a hospitalidade de nossa casa e a de alguns amigos sobrepõe-se a qualquer cordialidade externa paga a preço de mercado listada nos menus.
Tenho preferencia pelos pratos quentes acompanhado com um bom vinho tinto, mais o papo solto, descontraido e sem medo. Muito riso, descontração. Tanta satisfação que com certeza, pode-se dispensar a sobremesa.
Existem poucas pessoas que podemos compartilhar estes momentos. Mas existe!
Pessoas simples para converssar, porem nobres de espirito, de afeto, que se tem até medo de um dia perde-las.

Receita espaguete a o alho e óleo:

  • 500g. de espaguete n.8
  • 02 cabeças de alho graudo.
  • 03 colhers de sopa de óleo de arroz.
  • 02 colheres de sopa de molho japones
  • folhas picadas de alecrim e ortelã frescos.

cozinhar o espaguete em agua e sal, até ficar al'dente.
escorrer e separar.
fritar o alho picado em óleo fervente, até dourar e colocar sobre o espaguete ainda quente.
adicionar uma colher de manteiga.
finalizar com com alecrim e ortelã picados.
porção p/ 4 pessoas.


Hiperidrose

'Meu cunhado pelo que conta, deve sofrer deste mal. Diz que sua tanto nas mãos, pés e rosto, que chega ser constrangedor para ele.
Certa vez perdeu uma entrevista de empregos. Na hora em que a secretária chamou-o para a entrevista, sua camisa estava tão molhada que ele desistiu e foi embora.
*(clique no título para abri)

sindrome das pernas inquietas

Certa vez num veraneio em Bombinhas, uma amiga acordou péssima, mal humorada, reclamando que não conseguira dormir. Perguntamos oque tinha acontecido e ela ainda abalada e com sono declarou:
-Minhas pernas me encomodaram a noite toda, queriam caminhar, correr, fazer qualquer coisa menos me deixar dormir. Ja tinha quase esquecido deste problema e agora, aqui, voltou a me encomodar... Que merda!

A Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) é uma doença neurológica caracterizada, principalmente, por uma necessidade compulsiva e intensa de movimentar os membros inferiores. A síndrome aparece mais em mulheres e a vontade de mexer as pernas acontece mais à noite. O distúrbio atinge de 3% a 4% da população mundial.

A síndrome atrapalha e muito a vida das pessoas. E não tem nada a ver com o tique nervoso que algumas pessoas têm, de ficar mexendo, balançando a perna o tempo todo.

Jardinagem


As plantas e flores, principalmente as bromélias, são apontadas como as grandes vilãs sempre que o mosquito transmissor da dengue, o Aedes Aegypti, volta a atacar.
Mas, isso é um engano.
O problema ocorre apenas quando as pessoas não tomam os cuidados necessários.
Basta não deixar água nos pratos ou suportes dos vasos.

Quando os pratos estiverem com água, escorra bem e limpe com uma esponja. Isso evita que se formem ovinhos de larvas do mosquito.
Faça isso a cada dois dias.
Outra dica importante: não use um prato muito maior que o vaso, pois acumula mais água.

Com as bromélias do jardim, esguiche a planta a cada dois dias.

O chiclete(video)


'Achei este vídeo tão engraçado, quem de nós ja não passou por uma situação destas na vida? Claro que com um final, menos elegante que este!
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A Sauna(video)

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Msn e Orkut bloqueados?

É isso ai pesosal, depois de escutar algumas reclamações a respeito de vocês não estarem conseguindo entrar no orkut com o PowerScrab. Resolvi fazer uma pesquisa a respeito, então vamos lá, pra vocês que continuam tendo problema pra acessar o orkut e o msn do seu trabalho ou da sua faculdade, achei alguns sites que podem te ajudar burlar o sistema. São eles:

Msn: meebo, WebMessenger, ebuddy, ILoveIM.
Orkut: Orkut(1), Orkut(2).

E se der erro ao entrar nesses links, ai vamos ter que recorrer a alguns outros sites NOPROXY como: browseatwork, calculatepie, atunnel, btunnel, ctunnel, dtunnel, vtunnel,safehazard

Escala de Allport


Escala de Allport é um método para medir o preconceito numa sociedade. Também é conhecida por Escala de Preconceito e Discriminação de Allport ou Escala de Preconceito de Allport. Ela foi descrita pelo psicólogo Gordon Allport em seu livro The Nature of Prejudice (1954).
A Escala de Allport vai de 1 a 5.

Nível 1 - Antilocução


Antilocução significa um grupo majoritário fazendo piadas abertamente sobre um grupo minoritário. A fala se dá em termos de estereótipos negativos e imagens negativas. Isto também é chamado de incitamento ao ódio. É geralmente vista como inofensiva pela maioria. A antilocução por si mesma pode não ser danosa, mas estabelece o cenário para erupções mais sérias de preconceito. Por exemplo, piadas sobre portugueses (no Brasil), brasileiros (em Portugal), negros, gays etc.

Nível 2 - Esquiva


O contato com as pessoas do grupo minoritário passa a ser ativamente evitado pelos membros do grupo majoritário. Pode não se pretender fazer mal diretamente, mas o mal é feito através do isolamento.

Nível 3 - Discriminação

O grupo minoritário é discriminado negando-lhe oportunidades e serviços e acrescentando preconceito à ação. Os comportamentos têm por objetivo específico prejudicar o grupo minoritário impedindo-o de atingir seus objetivos, obtendo educação ou empregos etc. O grupo majoritário está tentando ativamente prejudicar o minoritário.

Nível 4 - Ataque Físico

O grupo majoritário vandaliza as coisas do grupo minoritário, queimam propriedades e desempenham ataques violentos contra indivíduos e grupos. Danos físicos são perpetrados contra os membros do grupo minoritário. Por exemplo, linchamento de negros nos Estados Unidos da América, pogroms contra os judeus na Europa, e a aplicação de pixe e penas em mórmons nos EUA dos anos 1800.

Nível 5 - Extermínio
O grupo majoritário busca a exterminação do grupo minoritário. Eles tentam liquidar todo um grupo de pessoas (por exemplo, a população dos índios norte-americanos, a Solução Final para o Problema Judeu, a Limpeza Étnica na Bósnia etc).

luis fonte: Bombinhas o refugio

luis fonte: Bombinhas o refugio
'...Queria ter ido ai, hoje te visitar...
teu infinito apreciar...
mas choveu,
esse tempo tolo me aborreceu!

*clique no titulo para ver mais.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Homem com TPM (video)

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PIADA 1
-Sabem qual o médico que mais estuda?
Perguntou um colega aos outros sentados a mesa do refeitório do hospital
-Não!
Respondeu um deles.
-É o proctologista...estuda anus e anus...




PIADA 2
Quatro enfermeiras resolveram pregar uns trotes no estagiário de medicina. Depois se reuniram para contar o que fizeram:

- Eu coloquei algodão no seu estetoscópio - disse a primeira, caindo na risada.
- Eu troquei as fichas dos seus pacientes! Contou a segunda.
- Eu fui mais malvada! - Exclamou a terceira. - Encontrei uma caixa de preservativos no bolso do seu jaleco e furei todinhos com uma agulha!

A quarta enfermeira desmaiou.

Pinto as vezes encomoda!


Enio tinha o pênis maior do que todos os outros garotos do grupo e isto fazia-o sentir-se particularmente especial perante todos.
Além de humilhar os outros amigos com piadinhas tipo: "este teu pintinho ai!" vivia colocando a mão dentro da calça, sugerindo provas do tipo: quem urina mais longe!.. Quem ejacula mais rápido!.. E isto nos provocava raiva e inveja.
Um dia, revoltados com sua tamanha arrogância, resolvemos nos vingar. Imobilizaríamo-lo no chão, abriríamos suas pernas e cortaríamos seu pinto fora. Seria fácil, três contra um.
Nunca fizemos tal façanha, pois não conseguimos chegar ao acordo de quem seguraria seu pinto para cortar.

Que tal fazer algo diferente no Natal deste ano?


Sim... Natal... Já, já ele chega. Que tal ir a uma agência dos Correios e pegar uma das 1,7 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o Papai ou Mamãe Noel delas?

Os pedidos são inacreditáveis. Tem criança pedindo cesta básica, material escolar, remédio, colchão, cadeira de rodas, uma blusa de frio para a avó, emprego para a mãe... e brinquedos, claro...

Os Correios fazem uma pré-seleção das cartinhas com pedidos óbviamente possíveis e as coloca a disposição para "adoção".

É só pegar a carta e entregar o presente numa agência dos Correios até dia 20 de Dezembro. O próprio correio se encarrega de fazer a entrega.

Você aí que tá com esse bundão sentado na cadeira, levante-se agora e faça alguma coisa!

Pegue o telefone e ligue 0800-570-0100 (Disque-Correios)

Na vida, a gente passa por 3 fases:
- a primeira, quando acreditamos no Papai Noel;
- a segunda, quando deixamos de acreditar e
- a terceira, quando nos tornamos Papai Noel!!!




...Vi um camião cheio de árvores de Natal e cada uma tinha uma história para contar. O motorista colocou-as em fila e ficou à espera que as pessoas as viessem comprar. Pendurou umas luzinhas brilhantes e uma placa em que se podia ler em encarnado:Arvores de Natal para vender

A menina da escola.


Dalva tinha o corpo franzino, cabelos crespos e preto, a pele alva . Nunca bricava com os colegas da escola na hora do recreio. ficava a margem das brincadeiras com suas mãos tremulas e olhar distante, introspectivo. Diziam alguns que gostava de brincadeiras mais emocionantes, como subir em arvores, esconder a bola do jogo de futebol dos garotos.
Sabia-mos que morava ao lado da escola, do lado do arroio, depois da ponte. Casinha de retalhos de madeira.
Um dia, no inverno, não tivemos aula. Fomos liberados para casa. Professores tensos, murmurios pelos corredores.
Dalva tinha morrido, naquela manhã, soterrada pela margem do arroio que desmoronara.

Grafico/mortes por ac.trans. EPTC Porto Alegre


No dia 11 de setembro de 2001 o mundo parou por causa do atentato nos Estados Unidos, onde cerca de 3000 mil pessoas morreram. No Brasil, o trânsito faz o mesmo número de vítimas todos os meses, índice de fatalidade quatro vezes maior ao de países desenvolvidos
Aqui postei o grafico informado pela EPTC de Porto Alegre, sobre os acidentes com mortes na capital.

pensamento...

Pensando um pouco mais,sempre tive coragem para tantas coisas que não vivi. Audácia para explicar situações que não vivenciei...

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Medo


Tinha este desejo antigo e incrustado em suas vísceras:

Partir de repente. Em silencio, sem fazer alarde.

Olhar quieto para aqueles corpos serenos e partir sem fechar as portas, as gavetas de onde recolhera suas roupas. Deveria ter muita coragem para cometer tal covardia. Mas precisava...”

terça-feira, 20 de novembro de 2007

A praia



Lembro que passeavamos de barco, neste lugar, eu e meus amigo. Ficavamos meses acampados e filosofando sobre a vida. Cada um a procura de sua identidade. Discutindo nossos os sonhos, nossas verdades. Anos de pura alegria!
"...o velho calção de banho, a vida pra vadiar o mar que não tem tamanho, o arco-iris no ar..."
Quem de nós ja não usufruiu de pequenos paraisos como este ou construiu seu mundo com as pessoas que achava ideal. Lembrei neste momento do filme "a praia com Leonardo Di Caprio... era mais ou menos isto.

A cebola e a arvore de Natal....

(enviado por um amigo)

Uma família feliz está à mesa de jantar quando o filho fala se poderia fazer uma pergunta.

O pai responde:

-Claro, filho, vá perguntando!

E o filho:

- Papai, quantos tipos de seios existem?

O pai, um tanto surpreso, responde:

- Bem, meu filho, existem três tipos de seios.

Aos 20 anos a mulher tem seios como melões, firmes e redondos.

Dos 30 aos 40 eles são como pêras, ainda belos, porém um pouco caídos...

Aos 50 os seios ficam como cebolas...

E o filho:

- Cebolas?!

E o pai:

- Sim. Quando você olha para eles, fica com vontade de chorar!

Esta explicação leva a mãe e a filha a um ponto nevrálgico tal, que a filha pergunta:

- Posso também fazer uma pergunta um tanto pessoal?

- Mãe, quantos tipos de pênis existem?

A mãe fica um pouco surpresa, mas olha para o marido e responde:

- Bem, filhinha, um homem passa por três fases distintas.

Aos 20 anos o pênis é como um pé de Jacarandá, respeitável e firme.

Dos 30 aos 40 anos o pênis é como um pé de Chorão, flexível, mas confiável.

Após os 50 anos o pênis fica como uma árvore de Natal.

E a filha:

- Árvore de Natal?!

E a mãe:

- Isso mesmo.

Morto da raiz até a ponta, e as bolas ficam penduradas como decoração!!

E o pior: só se arma uma vez por ano!!!

NÃO MEXE COM QUEM TÁ QUIETA


É! Vinicius Tinha Razão

Tem dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente não vejo saída
Como é por exemplo que dá pra entender
A gente mal nasce e começa a morrer
Depois da chegada vem sempre a partida
Porque não há nada sem separação

Sei lá, sei lá
A vida é uma grande ilusão
Sei lá, Sei lá
A vida tem sempre razão

A gente nem sabe que males se apronta
Fazendo de conta, fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe
E o sol que desponta tem que anoitecer
De nada adianta ficar-se de fora
A hora do sim é o descuido do não

Sei lá, sei lá
Só sei que é preciso paixão
Sei lá, sei lá

A vida tem sempre razão

Piada com meu signo!...


TOURO - Amor numa cabana? Só se for 5 ESTRELAS.
P.: Quantos taurinos são necessários para trocar uma lâmpada?
R.: Nenhum, Taurinos não gostam de mudar nada.

Versão de um psiquiatra Gaúcho:
Touro: Esse quer ser o maior dos latifundiários. Quer ser o dono dos rebanhos, DA estância e das plantações.
Se bobear, invade o planeta inteiro. Mas tem desculpa: é ele quem dá o churrasco, faz as trovas, declama e toca a gaita. Eta, índio animal.

Adesivos para o carro:
A) "Motel Faraós"
B) "Restaurante Bom-de-Garfo"
C) "Não tenho tudo que amo, mas é uma questão de tempo e paciência"
D) "MEU outro carro também é MEU"
E) "Não me siga, vou seguir este caminho até o fim"
F) "Consulte sempre um guia gastronômico

Esqueci de novo!

Nestes dias de pura correria, de banho as presas, café tomado de pé a beira da mesa, olhar impaciente para o relógio é que parece que estamos fadados a virar maquina de produção em serie... E com defeitos!

Por vezes esquecemo-nos de coisas e lembramo-nos de outras sem a menor importância na nossa vida. Lembrei, por falar neste assunto, que trouxe para casa a chave da ambulância onde trabalho, deixando a equipe que assumira o plantão desativado. Poderia ser avisado no deslocamento para casa se não fosse o esquecimento de recarregar a bateria do celular, durante o dia.

O pior é quando nos esquecemos de coisas ainda mais importantes como: o aniversario de casamento, o abraço afetuoso no filho, o telefonema descompromissado ao amigo do peito. Neste momento precisamos de um pit stop para reposição de peças com defeito para não esquecermos de nós mesmos.

Valsa Brasileira

Eu sempre fui muito fã de Chico Buarque e Edu Lobo, e hoje ao voltar pra casa ouvi essa música na voz incontestavel de Zizi Possi e me fez lembrar de coisas ... coisas que volta e meia aparecem no telão da mente e nos fazem vagar por sentimentos intimistas de puro prazer e beleza. A letra da musica é poesia:

"Valsa Brasileira"

Vivia a te buscar
Porque pensando em ti
Corria contra o tempo

Eu descartava os dias
Em que não te vi
Como de um filme
A ação que não valeu

Rodava as horas pra trás
Roubava um pouquinho
E ajeitava o meu caminho
Pra encostar no teu

Subia na montanha
Não como anda um corpo
Mas um sentimento

Eu surpreendia o sol
Antes do sol raiar
Saltava as noites
Sem me refazer

E pela porta de trás
Da casa vazia
Eu ingressaria
E te veria
Confusa por me ver
Chegando assim
Mil dias antes de te conhecer

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Bombinhas o refugio

Nestas areias deixamos as marcas de nossos pés que foram apagados pela maré,os castelos de areia que crianças destruiram, as lembranças de nossos gargalhadas depois da caipirinha de Vodka com gelo picado, da cerveja preta, da agua morna e sem ondas.


DE AUTOMÓVEL
: Bombinhas está localizada a cerca de 70 Km de Florianópolis, capital de Santa Catarina e cerca de 250 Km de Curitiba, capital do Paraná. O acesso é feito pela rodovia BR-101. A estrada nos dois últimos anos foi quase que totalmente duplicada e encontra-se em excelentes condições. O tempo de viagem melhorou muito com a duplicação da estrada e as condições de segurança são excelentes.

domingo, 18 de novembro de 2007

Beleza Americana




Um dos melhores filmes que ja assisti, dentro deste tema. Atuação e direção primorosa, pela sua maturidade mesclando o drama aos nuances diria quase comico.
Ficha Técnica
Título Original: American Beauty
Gênero: Comédia / Drama
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1999
Site Oficial: www.americanbeauty-thefilm.com
Estúdio: DreamWorks SKG
Distribuição: DreamWorks Distribution / UIP
Direção: Sam Mendes
Roteiro: Alan Ball
Produção: Bruce Cohen, Dan Jinks, Alan Ball e Stan Wlodkowski
Música: Thomas Newman e Pete Townshend
Direção de Fotografia: Conrad L. Hall
Desenho de Produção: Naomi Shohan
Figurino: Julie Weiss
Edição: Tariq Anwar e Christopher Greenbury


seta3.gif (99 bytes) Elenco
Kevin Spacey (Lester Burham)
Annette Bening (Carolyn Burham)
Thora Birch (Jane Burham)
Wes Bentley (Ricky Fitts)
Mena Suvari (Angela Hayes)
Peter Gallagher (Buddy Kane)
Chris Cooper (Coronel Fitts)
Allison Janney (Barbara Fitts)


seta3.gif (99 bytes) Sinopse
Lester Burham (Kevin Spacey) não aguenta mais o emprego e se sente impotente perante sua vida. Casado com Carolyn (Annette Bening) e pai da "aborrecente" Jane (Tora Birch), o melhor momento de seu dia é quando se masturba no chuveiro. Até que conhece Angela Hayes (Mena Suvari), amiga de Jane. Encantado com sua beleza e disposto a dar a volta por cima, Lester pede demissão e começa a reconstruir sua vida, com a ajuda de seu vizinho Ricky (Wes Bentley).



Abra seu coração para o novo...

Texto de Léo Artése

Você já deve ter percebido que geralmente é necessário viver por momentos de crise para que realmente as pessoas mudem hábitos e costumes.
Geralmente essas crises acontecem quando estamos agarrados a velhos padrões de comportamento. Sabemos que tem que mudar, mas inconscientemente permanecemos agarrados a eles: é o medo do novo. Parece ser mais seguro ficar com aquilo que já conhecemos.
Quando chegam as crises, dá impressão que o mundo acabou, enxergamos apenas o sofrimento, o caos!
Por que isto está acontecendo comigo? É injusto! Sou uma pessoa tão boa! Não devia ter acreditado. Bem que me falaram. E etc, etc, etc...
Tudo a nossa volta está em constante processo de transformação! Olhe a sua volta. Você irá perceber que todos têm questões a resolver. Mudar significa desapegar!
Quando você se compromete com seu caminho de transformação, o mundo em sua volta também muda! Esse caminho é desafiante, árduo, mas seus resultados são gratificantes!
Você poderá começar seu processo de transformação pelas pequenas coisas, assim irá exercitando sua mente para as grandes e necessárias transformações.
Por exemplo, vá até o seu armário! Abra a porta e observe-o por alguns minutos.
Veja todas as roupas que estão lá guardadas e perceba quantas peças você já não utiliza.
Outras você quer acreditar que um dia ainda poderá usar, porém o tempo passa e elas ficam pra lá. Algumas estão até velhas e fora-de-moda, daí você cria uma ilusão que poderá usá-las para "bater". Mas a peça fica parada tomando o espaço de peças novas. Tomam espaço enquanto poderiam ser úteis para alguém.
A acupuntura explica que a dor é excesso de energia concentrada em determinado ponto. É energia parada, sem movimento, sem fluência.
Analogamente poderia estar um relacionamento sem qualidade, onde as pessoas tomam espaço no armário emocional, numa relação sem amor, sem respeito, achando que um dia possa melhorar, acreditando que um não possa viver sem o outro, pensando ser ruim com a pessoa e pior sem ela, ou por costume, ou para evitar conflitos familiares, chegando ao ponto de procurar o complemento emocional em relações extras.
Desculpas existem várias, mas saiba que estará bloqueando a sua realização e ocupando o lugar de alguém que poderia chegar em sua vida e também impedindo o outro na sua realização.
Estará menosprezando a sua capacidade, seu potencial de amor, perdendo o seu tempo, sufocando a sua criatividade, impedindo o seu caminhar na estrada da vida, criando karmas.
Você poderá começar a mudar esse jogo através de seu armário.
O armário de roupas é o reflexo da pessoa. É como se dissesse: Mostra-me teu armário e eu lhe direi quem és!
Lá está você, o seu estilo, as suas cores. Verifique tudo o que está parado na sua vida, deixe a energia fluir começando pelo armário.
Retire tudo o que não usa. Doe para quem precisa.
Livre-se do que não é importante, poderá ter importância para o outro. Comece a transformar sua vida pelo armário e as outras mudanças virão.
Parece simples, mas requer disposição!

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