sábado, 30 de março de 2013

Um pouco de humor neste blog

Um homem de avental de cozinha, colher de madeira na mão, pode ser um bom cozinheiro, mas o negativo é que ele deve possuir gato e quem tem gato não deve ser bom de cama. 
Existem alguns aventais a venda no mercado, que ajudam a criar um clima mais descontraido e divertido num jantar a dois. O problema é desviar completamente o interesse pelo cardapio gastronômico.
Mas tem um outro, que serve para os churrascos de finais de semana entre amigos e a familia. Este com certeza fara aumentar a fome gastronômica dos convidados e questionar o uso abusivo da cerveja.



Sardinhas fritas.

Eu pensei que não comeria peixe nesta Semana Santa, apenas umas bolachas integrais com maionese de atum, esquecida por uma amiga aqui em casa. O vinho eu veria depois, onde comprar...
Mas ontem fui convidado por um amigo a jantar em sua casa. O cardapio principal era Salmão assado, Salada de Bacalhau e Bagre frito. Gostei mesmo foi de uns petiscos de sardinhas fritas de forma bem sequinha pescadas aqui nos mares do sul, vinho argentino e muitas gargalhadas.

O preço da demarcação de um território.

Vinte e Cinco Reais foi o preço que paguei para fixar meu territorio como os cães que levantam a perna para demarca-lo. Nós seres humanos não somos assim tão naturais como os cães, precisamos de subterfugios, desculpas, alegorias, para nos aproximarmos, dando a imprensão de que é apenas uma troca de serviço. Que vontade de ser verdadeiro como um cão e ir logo levantando a perna, não fazer teatro, chegar e já ir mostrando minha verdadeira intenção. Mas algumas regras devem ser seguidas em favor da civilidade, das precauções pessoais em contrapartida com a minha ansiedade urgente de resolução.

Segredinhos na dobra da manga.

Quem de nós não tem um segredinho ou outro, que escondemos na dobra da manga? Pois havia alguns segredos na minha vida, que de um  momento para o outro tratei de desfaze-los como forma mais saudavel de viver, já que com o tempo, começam a pesar.
Mas é imprecionante como surgem novos (segredos), sem que nos demos por conta disto. Vão se camuflando dentro de nós em nome das nossas razões morais e mecanismos de precauções medrosas e sem cabimento. Segredos devem ser temporários e com o passar do tempo devem ser revelados, senão perdem sua razão de serem por algum tempo segredos e passam a se tornarem doenças crônicas sem antídotos para a cura.

Ver é diferente de sentir.

Ver de perto, não faz o mesmo sentido do que sentir de longe. Ontem se concretizou esta idéia que dançava na minha cabeça por dias, semanas. Antes era somente uma idéia, uma ilusão e não uma verdade que veio com a aproximidade da voz, do olhar, dos gestos, das sombras em volta do olho. Ainda preciso saber se aceitarei esta nova verdade que possivelmente ainda não está completa por que se montará com naturalidade.

segunda-feira, 25 de março de 2013

O mundo é um moinho.

Eu não falei que a vida é assim mesmo, cheia de altos e de baixos, de emoções maravilhosas e de outras desagradaveis sem que menos se espera? Logo que cheguei hoje ao trabalho, depois de um movimentado fim de semana cheio de alegria, levei um banho de agua fria, que me fez repenssar sobre a honestidade das pessoas. Sabe de uma coisa, eu vou é fechar meus olhos e ficar lembrando do Caio Martinez cantando aqueles sambas espetaculares; aqueliiiiii, bom deixa pra lá, o mundo é mesmo um moinho...


domingo, 24 de março de 2013

Técnica simples contra o baixo astral.

Tô forte de novo. Eu havia esquecido de como se faz para reagir a estes intempéres emocionais. Bom, a gente escolhe un Sabado como o de ontem de noite, toma um longo banho, se perfuma, da uma pequena produzida no visual e cai na gandaia. Primeiro se inicia a noite num bar com musicas mais intimista para uma prévia reflexão, depois estica numa casa de samba e depois noutra até se acabar de cansado com muito samba no pé. É isto... Depois é só esperar a nova surpreza desagradavel.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Numa alegria excessivamente rasa.

Ontem o encontro com amigos estava agradavel, mas eu me sentia com uma alegria excessivamente artificial, rasa e quase descontrolada. Parecia que eu estava naquelas fases de euforia da Sindrome Bipolar; Se riscassem um palito de fosforos, prenderia fogo na hora. As vezes somos assim, mergulhamos em profundidades até quase nos afogarmos ou perdermos o fôlego, noutros momentos, flutuamos até nos distanciarmos do que realmente somos. Eu não era eu.

quarta-feira, 20 de março de 2013

O que voce vai ser quando crescer?


O tempo é a minha matéria.

A rejeição daquela mulher feia por dentro e por fora, me causou uma magoa profunda e isto me fez pensar que eu não estou preparado para aceitar isto com naturalidade a não ser com algum desprezo de quem se sente agredido. Mas sua atitude reforçou mudar algo em mim, que via as coisas antes com resignação e falsa bondade de quem se julga culpado. Eu não sou resignado e então isto não me serve, pois não vou ficar assistindo suas agressões silenciosas também em silencio, permitindo que continue por falta de pelo menos respeito com as pessoas que a cercam. Eu ainda não sei se este sentimento que me move a tomar uma atitude é de vingança ou de justiça. Tambem não sei se a decisão de me afastar do mesmo ambiente, deva ser visto como uma atitude covarde, mas isto entre outras coisas, me fez despertar nesta manhã chuvosa, com a certeza de que devo caminhar em outra direção e me permitir o conhecimento de outros caminhos menos sórdidos. E falando em humildade, caridade e respeito, poucos como eu tem a chance de exercitarem a cada plantão que faço, estes sentimentos de humanidade, lidando com a dor, o sofrimento e a morte de pessoas que não conheço, sem diferenciação de cor, de sexo, e de orientações morais. Nesta cartilha é necessário mais do que simples teoria, é preciso pratica, respeitando as diferenças de cada ser humano. Esta é a palavra chave: RESPEITO, que exercito durante anos no meu trabalho. Então vou fazer deste poema de Drummond uma oração:
Mãos Dadas
Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
Carlos Drummond de Andrade


terça-feira, 19 de março de 2013

8 pernas, 8 olhos.

Então meu corpo pareceu ter oito pernas e oito olhos e incrivelmente começei a caminhar pelas paredes da sala como uma gigantesca aranha, observando os espiritos que ali chegavam e invadiam os corpos dos homens e mulheres presentes, que se dispunham a empresta-los. Talves poucos ali os conhecessem, mas eu sabia ou pensava saber de suas verdadeiras historias.

O que tá faltando:

Muita coisa tem mudado na minha vida nestes ultimos meses, que por vezes até eu mesmo me surpreendo com elas. Foram mudanças profundas, até o cuidado com a minha espiritualidade, eu oportunizei uma chance do qual nunca havia aberto um espaço. Sinto que esta tudo interligado... 
Hoje eu fiquei pensando sobre isto, avaliando não só a minha posição com relação a tudo que vem acontecendo, quanto a importância disto sobre minhas verdades, minhas crenças e descrenças. Eu sou osso duro de roer e não é qualquer historia que me convence ser o caminho, como não é qualquer postura que me faz adotar como verdade soberana. Sou tambem muito observador e sensivel e isto me faz perceber atitudes que me ponho em duvidas, outras que descordo e não aceito. O que me conquista e me torna confiante é um sentimento de afeição mutua que ainda não consegui sentir no grupo de que faço parte. Desta forma fica dificil sentir este amor incondicional, que tanto falam. Senti também por parte de membros, algumas rejeições quanto a mim, falta de humildade e competição que me faz fechar-me.

sábado, 16 de março de 2013

Bilhete de um pai.

Eu sou taxativo em achar que a naturalidade é sempre um gesto que prova a ausencia de preconceitos e a flexibilidade de se aceitar indiscutivelmente qualquer das diferenças humanas quer na cor, raça ou sexualidade. Isto é nobre e não é qualquer pessoa que a possui. Eu li nesta manhã no blog Muque de Peão este bilhete de um pai ao seu filho gay, que me deixou muito emocionado e que eu espero que as pessoas e pais, o mais breve possivel, cheguem a este nível de aceitação. O bilhete foi publicada hoje na página do facebook da campanha FCKH8.com 
e nos mostra que cada vez mais as coisas estão mudando.

Nate,
Eu ouvi sem querer a sua conversa com o Mike ao telefone ontem à noite falando sobre os seus planos de sair do armário para mim. A única preocupação que eu quero que você tenha para hoje é lembrar de trazer suco de laranja e pão depois da escola. Eu e sua mãe tivemos que sair, da mesma forma que você (que agora está fora do armário).
Eu sei que você é gay desde que você tinha seis anos de idade, e nunca deixei de amá-lo desde que você nasceu.
Assinado:  PAPAI
P.S.: Sua mãe e eu achamos que você e Mike formam um lindo casal.

quinta-feira, 14 de março de 2013

A espera pela fumaça branca

Eu estava de plantão ontem e pela TV eu assistia a transmissão direta de Roma que mostrava a escolha do novo Papa, enquanto fieis, turistas, jornalistas e curiosos se agrupavam sob guarda-chuvas na Praça São Pedro, esperando a tal fumaça branca sair da chaminé, prenuncio da escolha do novo pontífice.
Mas alguem "dentre vós" por acaso tinha alguma espectativa de que o novo Papa iria surpreender no quisito idade, cor de pele e idéias renovadoras aos catolicos e a igreja desacreditada? Eu nenhuma!..
Olha eu até ja li hoje, em sites sociais como o (Facebook), alguns comentarios de pessoas achando-o com uma carinha simpatica e diferente do que foi seu antecessor Ratzinger, com cara de nazista. Mas não se iludam minha gente, o novo Papa sem dúvida mais simpático que seu antecessor, tem uma ficha  de dar medo. Ele é acusado de ter colaborado com a ditadura militar de seu país e convocou um guerra santa ao casamento igualitário. Também disse que crianças adotadas por casais gays seriam discriminadas de antemão, por estarem privadas de um pai e de uma mãe e por baixo disto, deve haver ainda muitas outras sujeiras e discriminações não declaradas.

Fogo de palha.

Ontem numa pequena conversa de poucos minutos, percebi o quanto os seres humanos são controverssos em seus pensamentos e atitudes, sem conseguirem manter sua postura com firmeza apos todo aquele blá blá blá de que a partir de hoje vou agir assim, tomarei esta ou aquela atitude, nunca mais farei aquilo... Acontece que nos momentos de raiva ou de magoa, as pessoas firmam uma postura do qual falam o que não devem e depois não conseguem manter por muito tempo o que prometeram pra si mesmas, por que suas necessidades internas e confitos são maiores do que suas regras morais. Não estou defendendo atitudes radicais, mas eu tambem não deixo de me surpreender com estes fogos de palha que só levantam labaredas, não queimam o inço e não produzem a limpeza necessaria que as incomoda.

terça-feira, 12 de março de 2013

Com cara de caricatura.

Apesar de termos momentos e "momentos", eu não quero ficar com esta cara de caricatura, com traços infantis como esta que meu filho desenhou, com esta cara que eu estava ontem. Eu sei que sou mais, muito mais que isto, uma simples caricatura!..

De frente com o criminoso.

É dificil enterder estes ciclos ora de prazer e alegria, ora de tristeza e frustrações que ganhamos da vida, mas se não somos capazes de entendermos como funcionam esses mecanismos, pelo menos tentamos aceitar como uma forma de lição, para que nos tornemos individuos melhores. Acho que esta é a regra, algum resgate.
Ontem durante o meu plantão, quando fui atender um senhor de 78 anos que havia convulsionado em sua casa e vi seu rosto enrrugado, porem reconhecivel, fiquei para morrer, mas logo depois do susto e retomado folêgo, me refiz com uma sensação estranha, mas que já havia experimentado em outras circunstancias dificeis da minha vida e que por vezes me é complexo entender e com certeza explicar em palavras lógicas. 
Este homem de 78 anos, que eu pensava já estar morto, pelo decorrencia do tempo, foi o meu abusador e posivelmente o responsavel por uma serie de traumas psiquicos que se iniciou na minha infancia aos 8 ou 9 anos e se estendeu por grande parte da minha vida e que possivelmente não fui a unica vítima.
Descobri através de um vizinho presente no atendimento, que ele ainda trabalha na mesma atividade de barbeiro, que utilizava para abusar de meninos, porém num outro endereço. Eu lembro que ele colocava uma capa sobre sobre o corpo de seus clientes (normalmente garotos) para evitar que os restos de cabelos caissem sobre suas roupas e dai cometia os abusos por de baixo desta capa, que ocorriam evidentemente na propria barbearia.
Em alguns momentos eu fiquei tentado a me identificar, o que possivelmente ele nem se recordaria, mas por outro lado o meu silencio parecia ter um sabor maior do que qualquer vingança ou algo parecido, uma mescla de poder jamais experimentado por mim antes. Um poder de observa-lo em silencio e te-lo em minhas mãos, de saber quem ele era e do que ele foi capaz de fazer sem me reconhecer que fui uma de suas vitimas. Isto tudo é tão complucado e me causou uma mistura tão desconfortável quanto prazerosa por eu estar ali no anonimato, lhe dando assistencia. Uma mistura de raiva e também condescedência com a sua dor, com a sua doença, sei lá.

domingo, 10 de março de 2013

O Ocidente estava Fechado.

Ontem de noite em pleno Sábado de calor, o Bar Ocidente estava fechado. Algumas pessoas que lá estiveram, como eu, bateram com seus narizes na porta. Bom, depois da tragédia da boate Kiss em Santa Maria, aqui em Porto Alegre, como em outros estabelecimentos noturnos do país, estão passando por reformas para se adaptarem as regras mais rigidas de segurança para conseguirem seus alvaras liberados pelas prefeituras. Regras que ja deveriam ser seguidas e fiscalizadas, afinal ninguem quer que uma desgraça como a que houve, se repita novamente.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Tô fora.

No inicio desta semana, obtive resposta ao que tanto esperava, e percebi que o sentimento era medo. O medo é o mal das pessoas da nossa geração, é o que impede delas serem felizes e verdadeiras. É mais facil, muito mais facil inventar mentiras, criar personagens do que encarar os fatos, assumir suas verdades, o que realmente são e abrir espaço para uma vida de paz e sinceridade. Mas eu compreendo estas limitações porque ja vivi sobre um palco de ilusões e mentiras. Daí eu lembrei do pedacinho de uma musica gravada pela maravilhosa Roberta Sá:
"Em caso de dor, flor-de-quaresma lhe socorre.
 Comigo esperança é a primeira que morre.
 Pode fazer um jantar da pesada.Tô fora...
 E por na cama, coberta bordada. Tô fora..."

terça-feira, 5 de março de 2013

Me acerte.

Dei o primeiro tiro que intencionalmente não foi no escuro e espero que a bala chegue até o alvo e depois volte, me atingindo bem no peito. Será que ela fará o percursso esperado?
Eu estou precisando ser atingido, cair de joelhos com esta bala encravada no peito, impotente, sangrando, lembrando daquela imagem de alegria e inocência presenciada dias anteriores.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Aos quatro ou mais olhos.

Ele me deu algumas explicações que iluminaram alguns pontos obscuros da minha visão sobre o espiritismo que eu precisava ouvir, por que isto tudo ainda é muito confuso neste turbilhão de novidades que estou vivendo atualmente, mas eu ainda preciso de mais esclarecimentos, eu preciso de mais, muito mais explicaçoes sobre este processo de dúvidas que me divide. Quem sabe podemos trocar figurinhas, por que noutros aspectos quem está confuso é ele e me parece que os olhos de quem está de fora, enchergam mais claramente as coisas de dentro. Deveríamos ter varios pares de olhos, né mesmo?

Chove lá fora...

Neste momento chove em Porto Alegre uma chuva fininha, que parece que vai se manter caindo ainda por varios dias. Isto é bom, depois dos dias de forno que se enfrentou por aqui. A chuva revigora a nós e a agricultura, nos deixam verdes, com olhos e folhas brilhantes. Permite que brote novas raizes.

Um minuto de silêncio com Abramovic.

O MoMA, que tem a curiosa grafia de três letras maiúsculas e uma minúscula, é um dos mais importantes museus do planeta. Localizado em Nova York, seu nome significa Museum of Modern Art.
O museu tem duas entradas, sendo a principal delas na rua 53, entre a quinta e sexta avenidas, em Manhattan, há cinco quadras ao sul do Central Park.
 Nos anos 70, Marina Abramovic viveu uma intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando todo tipo de performances. Quando sentiram que a relação já não mais valia aos dois, decidiram percorrer a Grande Muralha da China; cada um começou a caminhar de um lado, para se encontrarem no meio, dar um último grande abraço um no outro, e nunca mais se ver.
23 anos depois, em 2010, quando Marina já era uma artista consagrada, o MoMa de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva a sua obra. Nessa retrospectiva, Marina compartilhava um minuto de silêncio com cada estranho que sentasse a sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse e... Foi assim:



Meio verde, meio cru.

Esperar tambem faz parte do processo de amadurescimento. Mas eu espero o que, onde, como, quando? Qual é o sinal? Se eu vejo que tem gente que espera demais e nunca alcança, nunca cresce.
Eu não tenho medo de expor as minhas duvidas, por mais simplorias que pareçam ser, eu só tenho medo do vazio, da ignorancia, do acomodamento que nos torna cumplices do erro, que nos enferruja, que nos transforma em infelizes coniventes.
Desta forma eu não consigo esperar, sou sensivel, presente, incisivo, vivo errando e acertando. Eu como tudo meio verde, meio cru, que tambem não deixa de ser um erro nesta vida.

domingo, 3 de março de 2013

Um presente de amigos.

Fazia algum tempo que eu não via um casal de amigos de muitos anos, por pura desatenção de minha parte e ontem resolvi visita-los. Coincidentemente um deles estava de aniverssario e  a minha chegada provocou surpreza e visivel alegria. Havia muita movimentação na casa, amigos chegando e se preparando para um jogo de futebol que havia sido planejado e depois um churrasco. Foi daí, que eu conheci uma pessoa por demais interessante. Ficamos converssando por horas como se não existissem outras pessoas na nossa volta, uma afinidade que só acontece com poucos. Sabe o que eu acho? Apesar do meu amigo estar festejando o seu aniverssario, quem ganhou o melhor presente fui eu.

sábado, 2 de março de 2013

Para aliviar a dor.

Eu tenho uma ferida, que não para de sangrar nunca! _Me disse a paciente que eu conduzia para a emergência psiquiatrica ontem de tarde, durante o plantão.
Quando eu estou quase esquecendo, ela volta a sangrar e arder no peito! _Reclamou deitando encolhida sobre a maca.
Todos nós temos uma ferida dessas, que se abre de vez em quando! _Argumentei na expectativa de alivia-la e concientiza-la de que não era a unica.
Mas como pode, tu com esta cor de olhos, ter uma ferida desta? Como pode?
Eles são artificais senhora, lentes, por isto! _Justifiquei.
Hum, entendí!

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